Sentado no banco de reservas do Brasil, você assiste a um jogo tenso. Há muitas faltas pelos dois lados. Uma bola argentina na trave quase mata todos de susto. Um escanteio a nosso favor quase vira gol numa cabeçada do ponta esquerda. 0x0. Fim do primeiro tempo. Intervalo e o técnico tenta orientar o ataque. Segundo tempo e nada. A Seleção empata e a disputa vai para os pênaltis. É o velho trauma da Copa de 86. Emocionado, você vê o Brasil perder uma cobrança, sem poder fazer nada. E perder também o jogo. Nada de final. Vá para 76.